Geovana, 36 anos, capricorniana, ascendente em Peixes, o que me faz sonhadora e racional ao mesmo tempo. Pediatra. Colecionadora compulsiva de imagens. Meu sonho é ter um abrigo pra animais de rua enquanto o mundo não se torna justo pra os animais de uma forma geral. Adoro ler. Sempre tenho livros na fila e costumo ler mais de um livro ao mesmo tempo como se acompanhasse novelas.
Segundo a psicologia junguiana, enquadro-me na faixa de 2 a 3% da populacão mundial e que são classificados como possuindo temperamento Racional e Melancólico. INTJ (Introversion, iNtuition, Thinking, Judgment).
Olá ____________________ (ponham aqui o vosso nome):
Hoje, como sempre, tenho olhado muito por ti. É verdade que não tens sentido a minha presença…quantas vezes já te ouvi protestar : - Não sinto nada, não sinto que Deus esteja comigo. Já temos falado sobre isto, ter Fé não é sentir, é confiar…confias em mim?
Ao olhar para ti vejo-te inquieto(a), mas também um pouco apático(a). Pareces incomodado(a) com o mundo…não percebes as notícias que ouves: guerras, histórias que julgavas impossíveis, crises, hipotecas e dívidas acumuladas, tanto sofrimento escondido…Nem imaginas como eu sofro, não há dor nenhuma que não me magoe profundamente, sou também eu que choro em tantos quartos escuros, sou também eu que me angustio e tenho medo…Sou também eu que te toco nessa tua incapacidade de compreender o mundo.
Lembras-te do dia em que te despediste daquele teu amigo…o que gritaste comigo! Estive contigo nesse grito que é próprio de quem ama, e estive contigo em todos aqueles gestos que te ajudaram a reencontrar o caminho…
Estou contigo quando espontaneamente te invade o espanto da beleza, quando agradeces as coisas simples, quando tocas na vida dos outros e os ajudas a descobrir horizontes… a paz e alegria que te preenchem nesses momentos são o maior sinal da minha presença.
Estou contigo no mais profundo dos teus sonhos. Fui eu mesmo que os criei. Cada vez que imaginares um projecto pelo qual vale a pena lutar, dar vida, esgotares-te… acredita que é aí que eu estou contigo!
Fica bem, contínuo sempre contigo…
Teu Pai
P.S. Em cada um dos momentos do teu dia, aconteça o que acontecer, lembra-te sempre que és profundamente amado(a) por mim.
Ontem, terminei de ver a minissérie de cinco capítulos feita em 2009 pela BBC sobre Anne Frank e o Anexo Secreto onde ela e outros judeus viveram. Sei que é uma história muito triste, mas na minha opinião, não podemos nos furtar de conhecer a realidade só porque ela é triste. Muito pelo contrário, acho que precisamos conhecer e a partir dela formar nossa visão de mundo. Se não fazemos isto, a nossa visão de mundo é irreal.
É incrível como em meio a tanto sofrimento e caos no seu mundo, Anne conseguiu passar pelas mesmas inquietações que qualquer adolescente em condições normais passa. Inclusive as modificações no corpo e a crueldade contra os pais. Tudo era escrito em seu diário. Ela sonhava em ser escritora e apesar de tudo, conseguiu, pois seu diário é um best seller até hoje. Na minissérie, a certa altura dos acontecimentos, ela parece ter esse pressentimento e se isola mais das pessoas do anexo, inclusive de Peter, para se dedicar mais ao Diário.
Para fazer um resumo, retirei o texto abaixo da Wikipedia e os trechos em itálico e vermelho, foram acrescentados por mim de acordo com o que vi na minissérie.
Página da minissérie onde se pode assistir o trailler.
Em 12 de junho de 1929 Anne nasce em Frankfurt na Alemanha. Seu verdadeiro nome era Annelies Marie.Era a segunda filha do casal Otto e Edith Frank. Sua irmã, Margot, era quatro anos mais velha. O pai era um homem de negócios e um oficial condecorado que lutou no exército alemão durante a Primeira Guerra Mundial.
Anne e Margot estudavam em escolas locais, onde se saíam muito bem nos estudos: Margot demonstrava maior aptidão para matemática, enquanto Anne demonstrava maior interesse em leitura e redação.
Na minissérie, quando os oficiais invadem o anexo ordenam que o pai mostre onde guarda seus pertences de valor. Ele retira de baixo da cama uma caixa grande com as iniciais de seu nome. Este tipo de caixa foi dada a oficiais que lutaram na Primeira Guerra pela Alemanha.O oficial estranha e lhe pergunta onde conseguiu a tal caixa, ele revela que lutou pela Alemanha na Primeira Guerra.
Em 1934, quando o nazismo fez aumentar as perseguições aos judeus na Alemanha, a família mudou-se para Amsterdã, na Holanda.
Em 1938, Otto Frank e um sócio, Hermann van Pels, fundaram uma empresa nova. O sócio também era um judeu que havia fugido com a família para a Holanda.
Em maio de 1940, a Alemanha nazista invadiu e ocupou a Holanda. Sob a ocupação nazista, os judeus que viviam na Holanda passaram a ser alvo de leis segregacionistas. Crianças judias ficaram proibidas de estudar nas mesmas escolas onde estudavam crianças não-judias. Por causa dessa proibição, Anne e Margot tiveram que ser transferidas das escolas onde estudavam para um colégio judaico.
No mês de julho de 1942, já morando em Amsterdã, a família Frank recebeu a notícia de que seria obrigada a enviar Margot para um campo de trabalhos forçados. Para fugir desse destino, a família transferiu-se para um esconderijo no prédio onde funcionava o escritório do pai. E para deixar a impressão de que haviam fugido apressadamente, Anne e seus familiares deixaram o apartamento todo desarrumado. Além disso, o pai deixou um bilhete, tratava-se de uma pista falsa com o intuito de levar os nazistas a acreditarem que a família estava tentando viajar para a Suíça. O prédio comercial onde Anne e sua família se esconderam por longos dois anos tinha dois andares, com escritórios. O esconderijo consistia em alguns cômodos num anexo que ficava nos fundos do prédio. Para disfarçar o esconderijo, uma estante de livros foi colocada na frente da porta que dava para o anexo.
Nos intervalos de 8:30 as 12:30 e 14:30 as 17:30h todos permaneciam absolutamente m silêncio ou no máximo em sussuros, não podiam dar descarga no banheiro, andar de sapatos, pois tinham saltos de madeira. Nos finais de semana, se sentiam mais livres para descer até a parte de baixo do prédio. Inclusive para tomarem banho de forma mais privada. Para isso, levavam a banheira para um cômodo mais privado do prédio.
Na montagem do esconderijo, Otto Frank contou com a ajuda dos quatro funcionários em quem mais confiava: Victor Kugler, Johannes Kleiman, Miep Gies e Bep Voskuijl. Eles mais o pai de Johannes e o marido de Miep eram os únicos que sabiam da existência do esconderijo.
Anne gostava muito de Mieps. Ela levava-lhes comida, livros e objetos necessários comprados no Mercado Negro. A senhora Petronella, considerada fútil pelos outros moradores do Anexo, pedia sempre a Mieps pequenos mimos dos quais sentia falta, como esmaltes, perfumes. Mieps trazia também notícias do mundo lá fora e das pessoas conhecidas. Com o tempo tudo ficou mais difícil e as comidas passaram a ser apenas batata, couve e repolho.
No final de julho de1942, outros judeus buscaram abrigo no mesmo esconderijo: a família van Pels, que era composta por Hermann, o sócio de Otto Frank, sua esposa, Petronella e o filho Peter, um jovem de dezesseis anos.
No começo, Anne não se interessou pelo tímido Peter por achá-lo desajeitado demais, mas depois mudou de opinião e ambos iniciaram um romance. Em novembro, um amigo judeu da família de Anne também passou a morar no esconderijo: o dentista Fritz Pfeffer. Como era de se esperar, com tantas pessoas vivendo juntas e em condições precárias, problemas de convivência começaram a surgir.
Anne passava a maior parte do tempo escrevendo seu diário ou estudando. Todo dia, logo após o almoço, ela fazia atividades de matemática, línguas, história e outras matérias. Sempre supervisionada por seu pai. E tinha que dividir a escrivaninha com o Sr. Pfeffer. Motivo este de muitas brigas entre os dois.
Na manhã de 4 de agosto de 1944, a polícia nazista invadiu o esconderijo, cuja localização foi descoberta por um informante que jamais foi identificado. Todos os refugiados foram colocados em caminhões e levados para interrogatório. Inclusive o sócio e funcionários. Miep Gies e Bep Voskuijl foram liberados.
As duas voltaram ao esconderijo onde encontraram os papéis de Anne espalhados no chão e diversos álbuns com fotografias da família. Eles reuniram esse material e o guardaram na esperança de devolver à Anne depois que a guerra terminasse, o que nunca aconteceu.
Anne Frank e sua família foram mandadas para o campo de concentração de Auschwitz, na Polônia. Mais do que um campo de concentração, era também um campo de extermínio. Idosos, crianças pequenas e todos aqueles que fossem considerados inaptos para o trabalho eram separados dos demais para serem exterminados de imediato.
Dos 1.019 prisioneiros transportados no trem que trouxe Anne Frank, 549 (incluindo crianças) foram separados dos demais para serem mortos nas câmaras de gás. Mulheres e homens eram separados. Assim, Otto Frank perdeu contato com a esposa e as filhas.
Junto com as outras prisioneiras selecionadas para o trabalho forçado, Anne foi obrigada a ficar nua para ser "desinfetada", teve a cabeça raspada e um número de identificação tatuado no braço. Durante o dia, as prisioneiras eram obrigadas a trabalhar. À noite elas eram reunidas em barracas geladas e apertadas. As péssimas condições de higiene propiciavam aparecimento de doenças. Anne teve sua pele vitimada pela sarna.
No dia 28 de outubro de 1944 Anne, Margot e a senhora van Pels foram transferidas para um outro campo, localizado em Bergen-Belsen, na Alemanha. A mãe, Edith, foi deixada para trás, permanecendo em Auschwitiz.
Em março de 1945, uma epidemia de tifo se espalhou pelo campo de Bergen-Belsen. Estima-se que cerca de 17 mil pessoas morreram por causa da doença. Entre as vítimas estavam Margot e Anne, que morreu com apenas 15 anos de idade, poucos dias depois de sua irmã ter morrido. Seus corpos foram jogados numa pilha de cadáveres e então cremados.
Otto Frank foi o único membro da família que sobreviveu e voltou para a Holanda. Ao ser libertado, soube que a esposa havia morrido e que as filhas haviam sido transferidas para Bergen-Belsen. Ele ainda tinha esperança de reencontrar as filhas vivas.
Em julho de 1945, a Cruz Vermelha confirmou as mortes de Anne e Margot. Foi então que Miep Gies entregou para Otto Frank o diário que Anne havia escrito.
Em 3 de abril de 1946, o mundo conheceu a tragédia de Anne Frank, que se tornou um dos símbolos do holocausto: artigo intitulado Kinderstem ("A voz de uma criança") publicado no jornal holandês Het Parool contava trechos do diário da menina que havia sido morta em campo de concentração.
O diário foi finalmente publicado pela primeira vez em 1947.
A BBC escolheu atores muito parecidos com as pessoas reais da história.Coloquei abaixo as fotos de alguns.
O "Diário de Anne Frank" está atualmente traduzido em 68 línguas e é um dos livros mais lidos do mundo.O livro que começou como um simples diário de adolescente transformou-se num comovente testemunho do terror nazista.
O local onde a família de Anne Frank e outras quatro pessoas viveram para se esconder dos nazistas ficou conhecido como Anexo Secreto e tornou-se um famoso museu após a publicação do diário.
Casa de Anne Frank
Em outubro de 2009, as únicas imagens em vídeo de Anne, foram divulgadas pela Casa Anne Frank, em Amsterdã. A filmagem só podia ser assistida por visitantes do museu. O vídeo em preto e branco de 1941 mostra Anne aos 12 anos. A menina aparece na janela de sua casa observando seus vizinhos, que estavam prestes a se casar.
Clique aqui para ver as únicas imagens de Anne Frank
Também em 2009, os estúdios Disney adquiriram os direitos para adaptar para o cinema uma nova versão de "O Diário de Anne Frank". O filme contará com a direção e o roteiro do escritor David Mamet, vencedor do prêmio Pulitzer, que também assumirá a produção do projeto ao lado de Andrew Braunsberg.. Porém, ainda não há data para a estréia.
Miep Gies, faleceu em janeiro de 2010, aos 100 anos de idade.
Situada no ano de 1912, período pré-Primeira Guerra Mundial, a história pretende atravessar os anos introduzindo as inovações tecnológicas e as mudanças histórias pelas quais a Inglaterra passou ao longo de, pelo menos, 10 anos.
Os Crawleys são proprietários de Downton Abbey desde 1772. Na residência vivem os membros da família, alguns idosos, outros jovens; alguns apaixonados pelo lugar, outros desesperados para saírem dali e viverem suas próprias vidas.
Os Crawleys
No andar de baixo está a criadagem, de quem a família depende completamente. São os empregados que mantém o lugar impecável e funcionando. Conhecem todos os segredos de cada membro da família, que mal conhecem aqueles que trabalham para eles.
A criadagem
O primeiro episódio tem início com a morte de James Crawley, primo do Conde de Gratham, e seu filho Patrick, que estavam à bordo do Titanic. Casado com a milionária americana Cora (Elizabeth McGovern), o Conde Robert Crawley (Hugh Bonneville, de “The Silence”), não teve herdeiros homens, apenas três filhas.
Para manter a propriedade e o título de Conde dentro da família, ele tinha arranjado um casamento entre sua filha mais velha, Lady Mary (Michelle Dockery) e o filho de seu primo, Patrick. Agora, com a morte do noivo, Mary rebela-se, exigindo a liberdade de poder escolher com quem se casará. Sua atitude coloca em risco o futuro da propriedade, que poderá passar para outra família.
Downton Abbey é mantida com o dinheiro de Cora, que assinou um contrato matrimonial no qual estabelecia que, em troca do título de Condessa, ela passaria sua fortuna ao marido, que investiu o dinheiro em um fundo, o qual sustenta a mansão. Se esta for transferida para outra família, o título e a fortuna serão perdidas.
Este seriado passa atualmente na Inglaterra. Estreou no final de setembro com grande audiencia. Gostei de Downton Abbey porque mostra os dois lados: patrões e criados. Adoro ver os "bastidores" de uma grande propriedade. É incrível como o mordomo trabalha como se regesse uma grande orquestra onde nao pode falhar nenhuma nota. Incrível como os patrões tinham tudo nas mãos. Incrível como eles se acham realmente melhores que a criadagem. Ate para se vestir cada membro tem seu criado. Trabalhar não era recomendado para um membro da nobreza e seus descendentes. Enquanto os criados tinham que se conformar com sua condição e dar graças a Deus por trabalharem numa casa tão bonita. Mas na prática, não pensam assim. E eles sabem mais do que seus patrões imaginam...
Quando seu filho está doente, você liga para pediatra, dá o mesmo remédio que ele usou da última vez que teve aquele sintoma ou corre direto para a farmácia? A maneira como você trata as doenças na sua casa, seja do seu filho ou de outra pessoa da família, pode contribuir ou não com o aparecimento das tão faladas superbactérias. Isso porque elas surgem, principalmente, por causa do uso indiscriminado de remédios, nesse caso, de antibióticos. Aos poucos, as bactérias vão ganhando força contra ele que, dentro de alguns anos, perde a função.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 50% das prescrições de antibióticos no mundo são inadequadas. E o problema ganha destaque quando aparecem os surtos, justamente o que está acontecendo no Brasil. A chamada Klebsiella pneumoniae carbapenemase (KPC) causou mortes no Distrito Federal e atingiu São Paulo também.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) deve anunciar, até o final do ano, uma política para a venda de antibióticos. Hoje é preciso apenas apresentar a receita na farmácia. Com as novas normas, serão necessárias duas delas: uma fica retida no estabelecimento e a outra é devolvida ao paciente, com um carimbo que comprova o atendimento.
A transmissão da KPC ocorre dentro de hospitais e os mais prejudicados são as pessoas que têm o sistema de defesa do organismo debilitada, como os bebês prematuros em UTIs Neonatal. Para esclarecer todas as dúvidas, CRESCER conversou com o infectologista Orlando Jorge Gomes da Conceição, coordenador da comissão de controle de infecção hospitalar do Hospital São Luiz (SP). Confira:
CRESCER: Como encarar esses surtos causados pela bactéria KPC?
Orlando Jorge: As instituições de saúde e o governo precisam se preocupar, mas a população, não. A transmissão acontece dentro de hospitais, e nem todo mundo que contrair a bactéria que vai ficar gravemente doente. Ao contrário, algumas pessoas podem ser colonizadas (a pessoa contrai a bactéria, mas não desenvolve uma infecção) sem riscos. O problema são os doentes com o sistema de defesa muito debilitado, que podem ficar mais doentes ainda.
C: Como os bebês prematuros? E as mulheres que tiveram bebês?
O.J: Os prematuros, que passam muito tempo na UTI neonatal, têm mais chance de desenvolver uma infecção porque estão debilitados. As grávidas, não. Apesar de haver um risco no parto cesárea, por se tratar de uma cirurgia, ele é muito pequeno, e a mulher vai logo para casa. As grávidas podem ficar tranquilas, então.
C: Como acontece a transmissão?
O.J: Pelo contato. O profissional de saúde que cuidar de um paciente com a bactéria sem luvas, por exemplo, pode contrai-la. Aí ele vai até outro paciente e não higieniza as mãos. O mesmo ocorre com quem vai visitar o paciente e assim por diante. É muito rápido, e não tem como medir o tempo de colonização. Mas é possível pedir exames para confirmar se o doente tem mesmo a bactéria, o que pode levar alguns dias. Quando um caso for notificado, o paciente deve ser isolado e liberado apenas quando estiver bem.
C: Essa bactéria é nova?
O.J: Não. Ela é muito conhecida, principalmente por causar infecção urinária. Mas é responsável também por casos de infecção cirúrgica, de pneumonia. O que determina o lugar onde ela vai ‘atacar’ é a fragilidade. Se o seu rim é o órgão mais frágil, ela vai nele, por exemplo. Isso não acontece em pessoas sadias.
C: Por que elas ganham resistência?
O.J: Pelo uso indiscriminado de antibióticos. Não se deve dar antibiótico sem prescrição médica, e o profissional de saúde precisa ter muita responsabilidade na hora de prescrever também. O uso de forma inadequada é um dos responsáveis pela situação no DF, em SP – hoje apenas duas fórmulas funcionam contra a KCP.
C: Alguns especialistas dizem que todos os doentes deveriam ser trados com antibióticos mais potentes para que não haja casos graves. O senhor concorda?
O.J: Depende. Se você fala de um paciente que apresenta um quadro importante e ele está em um desses hospitais com vários casos da doença, melhor usar o antibiótico potente. Pois esperar pelo resultado do exame pode ser arriscado. Mas se o paciente está em um hospital que não tem nenhum caso notificado e está respondendo bem, não tem por quê usar um medicamento mais forte.
(Site da Revista Crescer)
Quando os médicos (aqui me incluo) falam que não se deve usar antibioticos por conta própria as pessoas acham que estamos exagerando. Esquecem que prescrever exige conhecimento acadêmico e que a doença não poupa ninguém.
Meu estilo de filme favorito é aquele que nos transporta a épocas passadas. Até então, conhecia mais as Idades Média e do Renascimento; por isso adorei The Tudors. Aliás, assisti ate o penúltimo capitulo das três temporadas. Tenho gravado o ultimo, mas reluto em assisti. Porque ao assisti, estará tudo acabado. :)
Quando assisti a minissérie da BBC Lark Rise to Candleford fiquei apaixonada. Através dela, comecei a me interessar por outra época da história: o século XIX. Acho tão delicados, românticos, mas sem água com açúcar, são até realistas eu diria. Época onde se dava valor à educação no trato com as pessoas, onde o amor romântico tinha vez. Descobri que a BBC tem filmado várias obras desta época e nelas a sociedade é bem retratada. Adoro ver os costumes do dia-a-dia, o cenário, as roupas. E além de tudo isso, adoro o sotaque inglês.
A Era Georgiana vai de 1714 a 1830.O período britânico correponde a regência de Jorge IV como Príncipe de Gales, durante a enfermidade de seu pai, Jorge III, e constitui uma ponte entre o período georgiano e vitoriano.
Foi neste período que viveu Jane Austen, autora de obras brilhantemente adaptadas pela BBC, das quais falarei mais adiante.
A Era Vitoriana compreende o período do reinado da Rainha Vitória na Inglaterra que vai de junho de 1837 a janeiro de 1901.
A partir de hoje vou falar das séries que descobri nessa minha busca. Tive uma grande ajuda de comunidades do Orkut onde se encontram meninas que tem esse mesmo gosto.
Lark Rise to Candleford
Adaptação dos livros de Flora Thompson. É baseada numa trilogia semi-auto-biográfica. A história se passa no final do século XIX, numa pequena vila da Inglaterra chamada Lark Rise, e sua cidade comercial vizinha, Candleford, para onde se muda a jovem Laura para trabalhar como aprendiz nos correios. Apresenta a vida diária de seus moradores, abordando as famílias, rivalidades, amizades, vizinhos fofoqueiros e romance.
Até agora foram três temporadas com 34 episódios no total. Especula-se sobre a continuação ou não da série.
Laura, a protagonista
À esquerda, Dorcas Lane, administradora dos Correios que divide com Laura os papéis principais.
As duas da direita são Pearl e Ruby, irmãs donas de uma boutique, fofoqueiras, mas boa gente.
À Esquerda Robert Timmins, pai de Laura, tem idéias socialistas.
Dorcas, Minnie, Thomas (outro funcionário dos Correios) e Laura
Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora. Tenho muito mais passado do que futuro. Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte. Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos. Detesto fazer acareação de desafectos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário-geral do coral. ‘As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos’.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa… Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, caminhar perto de coisas e pessoas de verdade,
O essencial faz a vida valer a pena. E para mim, basta o essencial!
1. - Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.
2. - Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.
3. - Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.
4. - Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, dentadura.
5. - Fala no celular enquanto dirige.
6. -Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.
7. - Para em filas duplas, triplas em frente às escolas.
8. - Viola a lei do silêncio.
9. - Dirige após consumir bebida alcoólica.
10. - Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.
11. - Espalha mesas, churrasqueira nas calçadas.
12. - Pega atestados médicos sem estar doente, só para faltar ao trabalho.
13. - Faz gato de luz, de água e de tv a cabo.
14. - Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.
15. - Compra recibo para abater na declaração do imposto de renda para pagar menos imposto.
16. - Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas.
17. - Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10 pede nota fiscal de 20.
18. - Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes.
19. - Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.
20. - Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado.
21. - Compra produtos pirata ou roubados, com a plena consciência de que os são.
22. - Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.
23. - Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem.
24. - Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.
25. - Freqüenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho.
26. - Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos como clipes, envelopes, canetas, lápis.... como se isso não fosse roubo.
27. - Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha.
28. - Falsifica tudo, tudo mesmo... só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado.
29. - Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem.
30. - Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.
31. - Quando recebe troco a mais, fica quieto e não devolve.
32. - Finge que está dormindo para não ceder o lugar para os idosos ou deficientes.
33. - Joga lixo nas ruas quando não está sendo observado.
34. - Vende o carro para desmanches ou receptadores e dá queixa de furto.
35. - Adultera combustíveis, alimentos e remédios.
Eu acrescento mais duas:
36. - Ser plantonista de um hospital e sempre chegar mais tarde, tipo 2 horas após a hora de iniciar o plantao pq tem um colega besta, sua dupla no plantao, que cumpre o horario, chega na hora e vai tocando o plantão; (acontece comigo. Sou a besta)
37.- Não entrar na fila de carros em um retorno. Pra quê ficar na fila se eu poso ir lá pra frente, ficar do lado do primeiro da fila e entra junto com ele ?
Se vc não sabe o que é a Lei do Gerson. Pesquisa no Google !